Downwind no Ceará: os melhores trechos e como fazer com segurança
Os downwinds mais conhecidos do Ceará, como Preá → Jeri, Jeri → Guriú e Cumbuco → Taíba, com o nível exigido, o apoio necessário e dicas de segurança.

Downwind é velejar a favor do vento, saindo de um ponto e chegando em outro, em vez de ficar indo e voltando na frente da mesma praia. O litoral do Ceará é reto, com vento lateral constante na temporada — um dos melhores cenários do mundo para isso.
Para quem é
O downwind é para riders experientes: é preciso velejar com autonomia, controlar bem a pipa, voltar contra o vento e saber se virar se algo der errado longe da praia. Se você ainda está aprendendo, foque nas aulas antes. Leia o nosso guia para iniciantes.
Os trechos mais conhecidos
Preá → Jericoacoara
O downwind clássico da região de Jeri. Sai de Preá e segue até a praia de Jericoacoara, com a vila e as dunas no horizonte. Veja o guia de Jericoacoara e Preá.
Jericoacoara → Guriú
Sai da vila em direção ao oeste, até o Guriú, perto da foz do rio. Um trecho mais selvagem e com pouca gente na água. Quem quer ir mais longe pode seguir até Tatajuba.
Cumbuco → Taíba
Saindo de Cumbuco em direção à Taíba, pela costa oeste de Fortaleza. Uma ótima opção para quem está baseado perto da capital.
Como fazer com segurança
- Nunca vá sozinho. Faça em grupo e, de preferência, com instrutor.
- Apoio por terra. Um veículo 4x4 seguindo pela areia leva suas coisas, dá suporte em caso de problema e faz a volta no final.
- Confira o vento e a maré antes de sair. Vento entrando muito de terra é perigoso.
- Equipamento revisado: linhas, barra e sistema de segurança.
- Combine pontos de parada com o grupo e o motorista do apoio.
Quanto custa
O valor varia bastante conforme o trecho, o tamanho do grupo e o tipo de apoio. Em Jericoacoara, por exemplo, a escola que recomendamos cobra por rider um valor equivalente a três horas de aula, já com instrutor e 4x4. Veja as ofertas no fim desta página.

